Hoje, quando fomos dar de comer aos nossos coelhinhos, tivemos uma surpresa: debaixo de um monte de pelinho branco estavam...coelhinhos muito, muito pequeninos.

A Pitota tinha filhotes. Devagarinho e em silêncio, um de cada vez, fomos espreitar o ninho, enquanto a mamã coelha comia umas ervinhas fresquinhas.

Ficamos muito admirados:

- "Tão pequeninos!"

-"Tanto algodão"!( Não é algodão, é pelinho da barriga da mãe coelha, disse a  Educadora Joaquina que sabe muito sobre coelhos.)

- "São cor de rosa"!

- "E os olhos, onde estão os olhos"?

- "Que patinhas pequeninas"!

Os coelhinhos mexiam-se debaixo do pêlo, às vezes via-se uma patita ou as orelhas.

Não sabemos quantos são porque não mexemos no ninho,  a mamã podia não gostar, é a primeira vez que ela tem filhotes!

publicado por pinguinhosdesaber às 22:44 | link do post
publicado por pinguinhosdesaber às 23:23 | link do post

 

Já temos mais finais para a nossa história imaginados pelas nossas familias. Ora vejam:

 

...o porquinho disse à raposa para ir à quinta do Tio Manel que lá tinham patos mais gordinhos. Quando a raposa lá chegou, entrou e foi à procura dos patos mas o cão Bobi apareceu e deu-lhe uma ferradela tão grande que a raposa fugiu e nunca mais se meteu com os outros animais.( Mãe do João Carlos)

 

...e fugiu para trás de uma árvore, logo a seguir veio o porquinho, a zebra e a vaquinha!

Mas a raposa, mansinha, disse :

" Não tenham medo de mim, eu não tenho amigos nem familia que cuidem de mim"!

Os quatro amigos perceberam então que a raposa era amiga e queria companhia e um pouco de comida. Todos juntos ficaram amigos para sempre e cantaram:

" Vamos fazer amigos entre os animais, que amigos destes nunca são demais na vida"!( Pais da Beatriz Miguel)

 

...mas a raposa não lhes fez mal, oferecendo-se para lanchar com eles, depois combinaram irem todos juntos até à quinta do Tio Manel. Entraram e o cão Bobi voltou a dizer-lhes que se entrassem não voltavam a sair. Mas estes amiguinhos sem medo não ligaram nada ao que o cão Bobi disse. Divertiram-se todos juntos e, por fim, acabaram por sair sem que o Bobi desse por isso e foram embora felizes da vida...por terem tramado o cão Bobi! ( Mãe do Vasco).

 

....o porquinho perguntou à raposa:

- " Que fazer por aqui, procuras alguém?"

A raposa respondeu:

 - "Procuro alguma coisa para comer e encontrei!"

 - "Nós?"

 - "Sim!"

Os quatro amiguinhos, assustados, começaram a rezar. Nesse momento apareceu um caçador e prendeu a raposa na rede e levou-a para casa. Assim, todos os amiguinhos terminaram o piquenique, felizes! ( Mãe da Joana)

 

...quando o porquinho viu a raposa foi logo pedir ajuda. Os seus amigos, Patolas, Gertrudes e Risquinhas, ficaram a distrair a raposa  enquanto o porquinho foi a correr chamar o cão Bobi, para os ajudar.

 - Bobi, vem depressa! A raposa quer comer os meus amiguinhos! O cão Bobi desatou a correr e a ladrar para assustar a raposa. A raposa, cheia de medo, foi imediatamente embora a chorar. Os amiguinhos agradeceram ao cão Bobi e convidaram-no para se juntar a eles no piquenique e fizeram uma grande festa! ( Irmã do João Aníbal)

 

...Os quatro amigos convidaram a raposa para comer com eles no piquenique e todos juntos comeram, brincaram e tornaram-se grandes amigos. O pato Patolas nunca mais teve medo de raposas, porque tinha conhecido aquela raposa de quem se tornou grande amigo. (Mãe da Mafalda).

 

...e saltou e imediato para dentro de água, como o rio era pequeno e não havia perigo, chamou também os amigos. A raposa não gostava de água , não teria coragem para fazer mal ao pato enquanto ele estivesse na água. Quanto aos outros amigos não havia problema, eles não tinham medo. A raposa desistiu de esperar, foi-se embora muito chateada, procurar comida noutro lugar. (Mãe da Beatriz Baptista)

 

Ficamos muito vaidosos por termos uns Pais que nos ajudam a fazer "os trabalhos de casa"! Já viram que desenhos tão bonitos? Fomos nós que os fizemos para ilustrar a história!

 

 

 

publicado por pinguinhosdesaber às 22:36 | link do post

   Pela manhã, na hora de acolhimento ( tempo de conversas e novidades fresquinhas), alguém disse:

- Hoje está sol, podíamos ir dar um passeio, quando chove não podemos ir brincar lá fora...

- Mas a água faz falta, a minha avó disse!( Mafalda)

- A minha mãe também disse que sem água não podíamos viver!( Maria)

 

Então a Educadora fez uma pergunta:

 

  E porque será que não podemos viver sem água?

 

Surgiram logo várias respostas:

 

- "Porque morríamos à sede.

- Porque precisamos de água para lavar os dentes e tomar banho......e lavar as mãos...e fazer a comida...e regar as plantas e o jardim... e a horta, as sementinhas precisam de água para nascerem e depois crescerem.

- Os Bombeiros também precisam de água para apagar os incêndios.

- A comida que nós comemos, os alimentos, a fruta, os legumes, não é uma máquina que os faz, pois não? Vêm da horta e das quintas, precisam de água para crescerem.

- A minha avó tem alfaces e couves, tomates e cenouras e rega-os com uma mangueira.

- Eu também tenho uma horta...a minha avó deixou-me fazer uma horta assim pequenina, para eu e a minha irmã tratarmos dela.

- E os animais? Também precisam de beber água, eu dou água ao meu gatinho e ele bebe com a língua e o meu cão também!

- O meu pai vai à pesca ao fim de semana...e os peixinhos vivem na água. se não houvesse água os rios e o mar secavam e os peixinhos morriam todos.

- E os animais também precisam de comer: erva e couves e palha...e para a erva crescer e isso tudo, é preciso regar.

- A chuva também rega a horta e o jardim, quando chove não precisamos de regar."

 

Depois desta conversa, a Educadora contou a história da " Gotinha medrosa".

Era uma vez uma gotinha que vivia no rio e não queria ir para as nuvens porque tinha muito, muito medo, de cair e partir a cabeça, ou um braço ou uma perna...

Pediu aos peixinhos que a ajudassem a fazer um pára quedas, ou um capacete, ou um cachecol e um gorro porque poderia ter frio ( se se transformasse num floco de neve).

Os amigos riram-se muito dela e ela ficou muito triste e  subiu à tona da água e sentiu um calorzinho bom...e sentiu-se a voar...e até gostou muito! Foi parar a uma nuvem onde estavam as suas amigas gotinhas e  contou-lhes a sua aventura.

Afinal era muito bom subir pelo ar  e estar numa nuvem. As outras gotinhas disseram-lhe que depois iriam cair outra vez para a terra e correr para o rio, e voltar a subir..."

 

 

Foi a ssim que falamos do CICLO DA ÁGUA!

Agora, que reflectimos sobre a importância da água, vamos ter ainda mais cuidado para não a poluir nem desperdiçar. 

publicado por pinguinhosdesaber às 20:18 | link do post

Hoje estivemos a falar sobre a nossa família e descobrimos que ela é muito importante: cuida de nós, dá-nos comidinha e carinho.

Quando estamos tristes ou nos querem fazer mal,  se nós contarmos à familia ela ajuda-nos.

A nossa familia é o pai, a mãe, os irmãos, os primos, os tios( que são os pais dos primos) e os avós.

Às vezes os padrinhos  também são família. Há pessoas que não têm familia, outras têm famílias pequenas e outras famílias grandes mas é  bom ter uma família.

 

 Aprendemos  uma canção sobre a familia. Depois fizemos um desenho da nossa familia e  escrevemos uma mensagem para lembrar este Dia.

 

Também inventamos ontem esta  história que levamos para casa para que os nossos pais nos ajudassem a encontrar o final:

 

«Era uma vez ...

Um porquinho, que já era um bocadinho grande,  foi passear.Estava um lindo dia e ele queria encontrar um lugar para brincar.

Pelo caminho encontrou alguns amigos: a zebra Risquinhas, o pato Patolas e a vaquinha Gertrudes.

Foram caminhando, caminhando, até que chegaram à quinta do "Tio Manel" e resolveram ficar lá para brincar com os animais da quinta. Ao portão estava o cão Bobi que disse:

_Olá, o que estão aqui afazer?

_ Viemos brincar!

O pato Patolas disse que queria ir nadar para o lago.

_ Se entrarem não vos deixo voltar a sair! _ dise o cão Bobi.

Eles então foram-se embora porque queriam poder passear e não ficar presos na quinta. Então os quatro amigos foram até ao rio. Como já levavam fome fizeram um piquenique. Mas, quando estavam felizes a comer a comidinha...apreceu uma raposa!

O pato Patolas ficou muito assustado porque tinha muito medo de raposas...»

 

E depois, o que terá acontecido? 

 

Estes são os finais já  conhecidos:

 

...Mas afinal foi falso alarme...a raposa Trinca Espinhas era amiga da vaquinha Gertrudes. Esta convidou a raposa para o piquenique e ficaram todos amigos.( Mãe do Tomás)

 

Aconteceu que a raposa se foi aproximando lentamente do pato Patolas e deitou-se no chão. Aí, o pato Patolas, viu que a raposa era mansinha e que não tinha ninguém para brincar e o pato convidou-a para brincar com os seus amigos, a zebra e a vaquinha!

A raposa ficou muito contente e começou a dar ao rabito, aceitou o convite e fez novos amigos. Ao fim ficaram todos juntos e feluzes para sempre.( Mãe da Filipa)

 

O pato ficou assustado...porque raposas comem os patos!( Mãe da Ilona)

 

A raposa apenas queria fazer amiguinhos!...O pato não precisava de ter medo pois a raposa só queria participar no piquenique. Então os animais convidaram-na e, de seguida, foram brincar todos juntos.

Vitória, vitória, acabou-se a história!( Mãe da Catarina)

 

A raposa aproximou-se dos quatro amiguinhos e disse:

_ Estou com muita fome!

O Patolas, cheio de medo e com a voz a tremer disse:

_Se quiseres damos-te o nosso lanche.

Mas a raposa, dirigindo-se ao pato Patolas disse:

_Eu quero comer-te a ti!

De imediato os três amigos levantaram-se e o porquinho disse:

_ Se  queres uma boa refeição, vai à quinta do Tio Manel e lá encontrarás patos melhores e mais gordos!

A raposa, entusiasmada, saltou a vedação da quinta e ficou lá presa para sempre!( Mãe do Gabriel)

 

..., mas os amigos do pato Patolas disseram-lhe:"não tenhas medo, vai para o rio nadar, porque lá a raposa não te faz mal pois  não sabe nadar". O pato Patolas fez o que os seus amigos lhe disseram e foi nadar para o rio e levou a cesta com o lanche para a raposa não lhes comer a comidinha.

A raposa tentou apanhar o pato Patolas mas, como não sabia nadar, ficou com medo de morrer afogada. Então, a raposa ficou com vergonha e começou a correr para bem longe dos quatro amigos. Quando a raposa desapareceu, o porquinho, a zebra Risquinhas, o pato Patolas e a vaquinha Gertrudes, continuaram o piquenique e depois brincaram todos juntos e aprenderam que se deve ajudar os nossos amigos sempre que eles precisam e que, estando todos juntos e unidos, ninguém lhes podia fazer mal!( Pai da Maria Jõao)

 

O pato Patolas, muito assustado disse-lhe:

_Não nos comas, por favor!

Mas a raposa não era má! Era uma raposa que não tinha família e andava perdida e cheia de fome.

_ Não vos quero comer, só quero um pedacinho do vosso lanche e ser vossa amiga, pous sinto-me muito sózinha! Posso?_disse a raposa.

_ Pode!_ disseram todos em coro.

Vitória, vitória, acabou-se a história! (Mãe do Francisco)

 

O pato Patolas escondeu-se atrás dos amigos cheio de medo e a raposa Nina disse:

_ Não tenham medo que eu não vos quero fazer mal, apenas me quero juntar a vocês para comer um pouco do vosso piquenique, pois estou cheia de fome!Então o pato patolas apareceu e disse:

_Podes juntar-te a nós que eu e os meus amigos partilhamos contigo o nosso lanche.

Depois de terem comido, brincaram e cantaram todos juntos o resto do dia, muito felizes e amigos para sempre! (Mãe da Diana)

 

 

 Registamos com agrado a colaboração dos pais nesta actividade. Estão todos de parabéns, não só  pela imaginação que demonstraram, mas  também porque todos pouparam a vida ao assustado Patolas.Já todos tiveram direito a uma salva de palmas hoje, na escola.

 

publicado por pinguinhosdesaber às 22:50 | link do post

Vamos contar hoje um pouco da história do Bobi que, como já dissemos, é o velho cachorrinho de pano da sala um.

« Há três anos atrás, quando entramos para esta escola...

Uma menina, que tinha muitos brinquedos, ofereceu-nos um cãozinho de tecido muito fofinho. Nós chamamos-lhe Bobi.

O Bobi passou a ser a nossa companhia e todos queriam brincar com ele.

Como nós só tínhamos três anos e alguns de nós choravam  muito com saudades da mãe , a nossa educadora, punha o Bobi a falar e a dizer segredos sobre muitas coisas. À noite o Bobi ficava deitadinho no sofá do canto dos livros e nós íamos para a nossa casa. Numa manhã, quando chegamos à escola, ele não estava no sofá. Procuramos, procuramos e fomos encontrá-lo no salão polivalente, ele disse-nos que estava triste e que não queria ficar sozinho na escola.

Então, todos os dias, o "responsável"  levava o Bobi para casa. No dia seguinte contava as novidades e as aventuras do cãozinho...e o Bobi também falava. E que aventuras, era um dos momentos mais esperados por todos! Foi assim que os meninos mais tímidos começaram também a falar.»

O Bobi  continua a ir passar a noite a casa dos meninos que, no dia seguinte,  relatam ao restante grupo as suas aventuras. Continua também a estar presente em todas as atividades e momentos importantes da vida da sala e a "morar" no sofá do canto da leitura.

publicado por pinguinhosdesaber às 23:22 | link do post

O facto de algumas das "nossas" mamãs estarem à espera de Bébé... 

 

 

  

  inspira  as brincadeiras na casinha das bonecas!

publicado por pinguinhosdesaber às 23:17 | link do post

Hoje decidimos fazer uma surpresa aos nossos pais : desenhamos os seus retratos, ( que lindos que ficaram!) e  depois construímos um painel com todos eles, que colocamos ao lado da porta de entrada.

 

 

De manhã, quando os  pais nos vieram trazer...  ficaram  felizes ,admirados com os nossos dotes  artísticos e com as nossas mensagens:

 

Os pais fazem sorrir os filhos;

Os pais dão colinho, dão miminhos e abraços;

Os pais dão com a vassoura no lobo mau;

Os pais são fortes e valentes;

Os pais têm músculos;

Os pais contam histórias;

Os pais não têm medo de nada!

 

Mas não fizemos só isto, (não contamos nada antes porque era segredo), também falamos sobre o Pai e a importância que tem na  nossa vida, aprendemos uma canção para lhe cantar, vimos uma história no computador chamada Pê de Pai e fizemos uma prendinha: um calendário de secretária, com o  desenho do nosso Pai  e  este poema, escrito por um Sr. chamado José Jorge Letria:

 

"Dizem que o Pai tem um dia

Que devemos festejar

Todos os dias  são seus

Quando o sabemos amar"

 

 

 

 Também fizemos um cartãozinho,em forma de gravata,

com uma mensagem muito carinhosa dedicada ao pai.

 

Para guardarmos estes miminhos pintamos um envelope com o dedo... 

 

 

(sala três) 

 (sala dois)

( sala um) 

Colocamos os envelopes a secar...

 

No fim da escola lá fomos nós, muito contentes, dar um grande xi coração e a nossa prendinha ao pai e desejar-lhe um

Feliz Dia do Pai!

 

 

 

Agradecemos aos pais do Francisco, da sala um, a oferta da impressão do calendário e ao pai do Martim, da sala três, a paciência que teve para digitalizar todas as pequenas "obras de arte". Muito obrigado.

As educadoras.

 

 

publicado por pinguinhosdesaber às 21:35 | link do post

A cadelinha preta, que encontramos ontem junto ao nosso portão, já tem um novo dono. A mãe do Didi, da sala um, decidiu ficar com ela e veio buscá-la hoje de manhã. O Didi   resolveu chamar-lhe Kika. À tarde, quando a mãe do Didi o veio buscar, trouxe-a com ela, toda janota e feliz, de coleira nova .

A Diana também nos contou que ontem esteve com a mãe a tratar do outro cãozinho, a dar-lhe banho com champô desparasitante, parece que ele ficou tão contente e brincou tanto que até fez umas tolices...

Parabéns à Diana, ao Didi  e às suas mamãs por terem acolhido estes dois cachorrinhos abandonados. 

 

  "O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais."

  (Declaração Universal dos Direitos dos Animais)

 

publicado por pinguinhosdesaber às 22:03 | link do post
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"Hoje, quando chegamos à nossa escola, vimos dois cachorrinhos abandonados  junto ao  portão: um preto e um castanho claro.

Eles estavam com muita fome, cheiravam as nossas lancheiras e, quando o Didi chegou ,vinha a comer um pão e o pretinho tirou-lho da mão e comeu-o muito depressa.O pai da Beatriz e o do João disseram que eles  pareciam ser de raça "Perdigueira".

Como eles andavam na estrada a correr de um lado para o outro e podiam ser atropelados, nós trouxemo-los para dentro do recreio.

Depois fomos procurar comida à cozinha e só havia leite e bolachas, mas ,o pai da Beatriz, disse que o leite faz mal aos cachorrinhos. Então, a educadora Céu e alguns meninos foram comprar ração à loja de animais que fica  ao cimo da rua,pertinho da escola.

 

 

A senhora da loja ofereceu a comida porque também já tinha visto os cachorrinhos e é muito amiga dos animais, a Mafalda disse  que de manhã, quando vem para a escola, costuma  vê-la a dar comida aos cãezinhos abandonados. 

Muito obrigada à senhora.

Entretanto a Diana chegou com a mãe e adoptaram o cãozinho amarelo...e vão levá-lo ao Veterinário e cuidar muito bem dele, agora esperamos que alguém queira adoptar a cadelinha preta."

 

O Diogo perguntou : "o que quer dizer adoptar"?

A Rita explicou: "quando as mães não podem cuidar dos filhos e às vezes os abandonam, ou quando os pais morrem, vêm outras pessoas e tomam conta deles e ficam a ser os pais."

 

Este relato foi feito pelas crianças que ficaram muito sensibilizadas  com a situação dos dois simpáticos cachorrinhos. Este acontecimento  levou-as a reflectir, em conjunto, sobre as causas do seu possível abandono.

 

O que terá acontecido?

  • Se calhar perderam-se do dono ou mataram-lhe a mãe;
  • Foram abandonados pelo dono;
  • Fugiram com medo que o dono os matasse porque ele devia ser mau para os animais;
  • Fugiram porque estavam a morrer à fome;
  • Se calhar alguém matou a mãe deles e eles ficaram sem o leitinho dela...ou então queriam estar sem ela e brincar com os meninos;
  • O dono pode ter  abandonado a mãe e os cachorrinhos fugiram à procura dela e nunca mais a encontraram...e decidiram vir para a nossa escola porque se calhar gostaram do nosso recreio;
  • O dono devia ser mau e eles fugiram;
  • Parece que não tinham mãe para cuidar deles;
  • Se calhar o dono não os queria e estava a fingir que era amigo e eles fugiram;
  • O dono odiava os cachorrinhos porque eles não faziam o que ele mandava, mas não percebo, porque eles ainda são  muito pequeninos e não sabem o que fazem. Devia deixá-los crescer para eles aprenderem a portarem-se bem! Os cachorrinhos costumam estragar tudo a brincar: roem plantas, almofadas, sofás, meias, sapatos e chinelos, até bolas e brinquedos!

 

É muito mau abandonar e tratar mal os animais porque eles são bons para as pessoas e amigos dos donos!

publicado por pinguinhosdesaber às 21:02 | link do post
"Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu." Rubem Alves
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" A família e a instituição de Educação Pré-Escolar, são dois contextos sociais que contribuem para a educação da mesma criança; importa, por isso, que haja uma relação entre estes dois sistemas."     in "Orientações para e Educação Pré Escolar", ME 

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